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Revelados os alegados mandantes da morte do agente do SERNIC executado a tiros
A execução a sangue-frio de um agente do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), ocorrida ontem à noite, continua a abalar profundamente a opinião pública moçambicana. Nas últimas horas, novas informações vindas de fontes próximas da investigação apontam para a identificação dos alegados mandantes do crime, um desenvolvimento que pode mudar completamente o rumo do caso.
Um crime que não foi aleatório
De acordo com dados preliminares partilhados por fontes ligadas às autoridades, a morte do agente não teria sido um ato isolado nem um simples assalto. Tudo indica que se tratou de uma execução planeada, com características típicas de um crime de silenciamento.
O agente, segundo as mesmas fontes, estaria envolvido em investigações sensíveis, ligadas a dossiês considerados “explosivos”, incluindo redes de corrupção, esquemas ilícitos e movimentações suspeitas de documentos confidenciais.
Informações não oficiais revelam que, dias antes do assassinato, o agente teria feito descobertas consideradas altamente comprometedoras, capazes de expor figuras influentes. Há indícios de que esses dados estariam prestes a ser formalmente reportados, o que pode ter acelerado a decisão de eliminá-lo.
Fontes afirmam ainda que tentativas de intimidação podem ter ocorrido antes do crime, mas o agente manteve-se firme no cumprimento do seu dever.
Quem são os alegados mandantes?
Embora as autoridades ainda não tenham divulgado nomes oficialmente, investigadores já terão identificado os possíveis mandantes, descritos como elementos com elevado poder financeiro e fortes ligações a redes organizadas. O que mais choca é a suspeita de conivência interna, levantando a possibilidade de envolvimento de pessoas com conhecimento profundo dos movimentos e da rotina da vítima. Este detalhe reforça a tese de que o crime foi meticulosamente preparado, com informação privilegiada sobre horários e localização do agente.
Testemunhas relataram que os autores do crime agiram com rapidez e precisão, disparando vários tiros antes de fugir do local. A forma de atuação indica profissionalismo, afastando ainda mais a hipótese de um crime comum.
Especialistas em segurança afirmam que o modus operandi aponta para crime encomendado, reforçando a gravidade do caso.
Clamor público e pressão sobre as autoridades
A morte do agente provocou indignação nacional, sobretudo nas redes sociais, onde cidadãos exigem:
- Justiça rápida e transparente
- Divulgação dos verdadeiros responsáveis
- Proteção para outros investigadores envolvidos no caso
