Durante a celebração, um integrante da associação Orate levantou-se e acusou o padre de ser um traidor ao ver a bandeira sobre o altar.
A associação havia solicitado uma missa fúnebre pelos jovens falangistas mortos na Guerra Civil. O pedido foi inicialmente aceito, mas depois negado quando perceberam que o evento poderia ganhar tom político.
No dia 15, um jovem da Orate foi filmado insultando o padre Francisco Javier Rodríguez, dizendo que ele estava acolhendo o pecado. O padre respondeu destacando o discurso de integração defendido pelo Papa Francisco.
A Orate enviou uma carta à arquidiocese e ao Vaticano denunciando supostos abusos litúrgicos e pedindo investigação.
O padre nega que tenha recusado a celebração. Ao jornal ABC, afirmou que a igreja é de todos e que a missa seria realizada apenas como ato religioso, sem manifestações políticas.
